Ocidental Praia Lusitana
(AcGru 2006 - Mortágua)

Letra

Informações

 

E no cimo do Olimpo, o velho Baco protestou
“Não quero que o Oriente se esqueça de quem eu sou”
Mas então e bela Vénus, Lusitanos defendeu
E Marte, Senhor da Guerra, a sua ajuda nos deu.

 

Largam já as amarras,
Caravelas Portuguesas
Procurando a passagem,
pelo Cabo das Tormentas.

Os Lusos marinheiros
Pela Índia à procurar
Só não sabiam, que o seu destino
Os Deuses estavam a julgar (2x)

 

(bis desde o principio)

 

E no cimo do Olimpo, o velho Baco protestou
“Não quero que o Oriente se esqueça de quem eu sou”
Mas então e bela Vénus, Lusitanos defendeu
E Marte, Senhor da Guerra, a sua ajuda nos deu.

E depois das aventuras, está na hora de voltar
Procurando o nosso porto ideal
Segue o Norte, olha a bússola onde está a apontar
Ocidental Praia Lusitana

Letra e Música: David Otero (Escoteiro-Chefe do 23) - Julho 2006

Voz: David Otero
Guitarra: David Otero
Versão de 2006

 

Hino do Acampamento de Grupo de 2006 - Mortágua - "Ocidental Praia Lusitana"

A mística desta actividade eram os Lusíadas, a epopeia de Luís Vaz de Camões, sobretudo a parte em que os Portugueses estão a tentar chegar à Índia, e os Deuses Romanos se reúnem para decidir se hão-de deixar ou não.

De um lado está Baco, Deus do Vinho e da Folia, muito adorado pelas terras da Índia, é contra a chegada dos Portugueses pois tem medo que estes lhe roubem a fama e este se veja relegado para segundo plano.

Do outro lado está Vénus, Deusa do Amor e da Beleza, é a favor dos Portugueses por os achar um povo nobre de espírito e de grande valor. Devido ao amor que sentia por Vénus, também Marte apoia os Portugueses e garante pessoalmente a sua guarda. Do lado deles há ainda Neptuno, Deus dos Mares, que escolta pessoalmente os Portugueses ao seu destino.

Foi uma grande actividade, cheia de calor e emoção, que há-de ficar certamente na memória de todos os participantes.